18 de novembro de 2011

Área de TI no país pode ter vantagens com o Plano Brasil Maior

Ações do governo são vistas com entusiasmo e cautela pelo setor de tecnologia. Por um lado, é visto como um avanço, por outro, há receio de que as ações mudem até serem aprovadas. 


O Plano Brasil Maior, divulgado pelo governo federal, tem com objetivo incentivar a indústria de tecnologia nacional e preparar o país para um mercado onde produtos e serviços de TI terão cada vez mais destaque. Representantes do setor avaliaram as medidas como boas e, além dos benefícios para a indústria, o plano irá melhorar a situação do setor de modo a impactar diretamente no dia a dia das empresas de TI. 

Alguns prestadores de serviços acreditam que a médio prazo possa haver barateamento de contratos, uma vez que a medida deve ampliar o índice de formalização e colocar concorrentes em pé de igualdade, o que é algo bom, segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação. 

Nos últimos três governos, especialistas têm convencido o poder público de que a TI deve fazer parte da política industrial nacional. Nas últimas eleições, por exemplo, diversas entidades documentaram as demandas do setor, onde as quatro maiores reivindicações foram: desoneração da folha de pagamento (redução da alíquota patronal), formação de mão-de-obra, investimento em infraestrutura de TI e telecom e incentivos à inovação. 

Contudo, há o receio de que as medidas atuem mais fortemente com a representação e licenciamento de sistemas. Tais empresas utilizam pouca mão de obra e, o que seria desoneração, pode se tornar aumento de custos, por isso é preciso negociar e aparar tais arestas do plano. 

As medidas terão maior impacto no setor de serviços de TI, avaliam os representantes e empresários do setor. Em médio prazo, a redução de custos deve significar preços mais em conta para os clientes finais e empresas usuárias de serviços de TI. Quando isso acontecer, CIOs deverão saber negociar para tirar benefício dessa provável ‘redução de custo’.

A indústria de equipamentos ainda estuda as medidas e setores como o de ‘start ups’ e outros que compõem a TI nacional serão beneficiados de forma indireta com o fortalecimento do mercado e expansão do consumo e da cultura de TI, por um longo prazo.


7 de novembro de 2011

Inovação baseada na SUSTENTABILIDADE

Uma empresa regida pelos preceitos da sustentabilidade tem por meta agir de forma a minimizar os impactos gerados através de suas atividades.

A visão de que a inovação é um dos elementos fundamentais para propiciar o crescimento e aumentar a competitividade entre empresas é unanime entre executivos de grandes organizações. Da mesma forma, o termo ‘sustentabilidade’ e seus princípios estão cada vez mais difundidos e uma das principais razões deste fator é a crescente preocupação com a escassez de recursos naturais devido à exploração irracional do meio ambiente. 

Entretanto, o conceito por trás deste termo é muito mais  complexo do o que é do conhecimento de grande parte das empresas. Sustentabilidade está diretamente ligada ao equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e social e a proteção ao meio ambiente.

A empresa regida por estes preceitos – ou seja, socialmente, ecologicamente e economicamente responsável – tem por meta agir de forma a minimizar os impactos gerados através de suas atividades. As ações devem abranger também o entorno da organização através da criação de políticas de conservação do ecossistema, tratamento de efluentes e resíduos em geral e geração de emprego e renda paras as famílias das comunidades circunvizinhas. 

De uma forma simples, o grande desafio dos executivos é maximizar o retorno financeiro sem causar (ou reduzindo) o impacto ao meio ambiente e propiciando um impacto social benéfico à sociedade. As empresas devem inovar a maneira como desenvolvem seus produtos e serviços, ou seja, conciliar os preceitos da sustentabilidade a uma nova maneira de capturar valor proveniente de suas ações através da transformação da cadeia produtiva da empresa sem causar impacto negativo na natureza e trazendo algum benefício social.

Exemplos de Sucesso

Em 1995, a Toyota desafiou tendências e conceitos ao introduzir no mercado o Prius, um carro híbrido que emite 89% menos carbono que um carro tradicional. O Prius virou sucesso mundial atingindo vendas superiores a três milhões de carros.

A Nike desenvolveu o  programa “Nike Re-Use a Shoe” que recolhe tênis usado e os transforma em quadras esportivas, calçados e pistas de atletismo em bairros carentes, tirando crianças e adolescentes das ruas e reduzindo o lixo produzido pelos tênis velhos.

No Brasil, algumas empresas como a Natura, com a linha Ekos, além de utilizar matérias-primas extraídas da biodiversidade brasileira também promove o desenvolvimento das comunidades fornecedoras e possui um dos programas mais eficientes de redução de carbono no país. 

Apesar de existir no Brasil, a maioria das inovações que tem o compromisso com a sustentabilidade ainda está engatinhando. Entretanto, com o aumento da consciência do consumidor sobre o tema, a criação do Índice de Sustentabilidade Empresarial (iniciativa conjunta da Bolsa de Valores de São Paulo, Fundação Getúlio Vargas, Instituto Ethos e Ministério do Meio Ambiente) e os recentes marcos regulatórios, como por exemplo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Lei Municipal de Logística Reversa em São Paulo (Capital) entre outras, forçaram as empresas a substituírem as práticas de boa vontade isoladas e abordagem marginal para ser item central na estratégia de todas as organizações que queiram competir ou continuar no mercado global.

28 de outubro de 2011

Governança de TI

Governança de TI, ou ‘Gestão da Gestão’, auxilia os CIO's a identificar direcionamentos equivocados que podem levar a empresa ao fracasso em um curto espaço de tempo.

Esta é uma questão frequentemente levantada pelos CIOs devido a diversidade de ferramentas e conceitos existentes no mercado que geram dúvidas e definições incorretas sobre o tema. Um dos equívocos mais cometidos é definir a Governança de TI (GTI) como um painel de indicadores ou como um processo de gestão de portfólio dos projetos estratégicos. 

Porém, a premissa mais importante da GTI é o alinhamento entre as diretrizes, os objetivos estratégicos da organização e as ações de TI. Um boa definição é considerar GTI como um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI com a finalidade de garantir controles efetivos, ampliar o desempenho, otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos, suportar melhores decisões e, consequentemente, alinhar a TI aos negócios da empresa. 

Esta definição esclarece a importância da GTI em organizações que almejam atender a crescente demanda por aumento da qualidade de produtos e processos, a alta competitividade do mercado globalizado e a busca por menores custos e maiores lucros. Outra significação que se encaixa perfeitamente é a que considera a GTI como a ‘Gestão da Gestão’, auxiliando o CIO a avaliar direcionamentos equivocados que podem levar a empresa ao fracasso em um curto espaço de tempo.

A implementação efetiva da GTI só é possível com o desenvolvimento de um framework (modelo) organizacional específico. Para tanto, devem ser utilizadas em conjunto as melhores práticas existentes, como o BSC, PMBok, CobiT, ITIL, CMMI e ISO 17.799, de onde serão extraídos os pontos que atinjam os objetivos do programa de Governança. Além disso, é preciso levar em conta os aspectos culturais e estruturais da empresa, devido à mudança dos paradigmas existentes. 

O grande desafio da Governança de TI é o de transformar processos em ‘engrenagens’ que funcionem de forma sincronizada a ponto de demonstrar que a TI não é apenas uma área de suporte ao negócio e sim, parte fundamental da estratégia das organizações.

CIO: Chief Information Officer é o título do cargo dado ao responsável pela Tecnologia da Informação de uma empresa.

Fonte: Blog do CMMI 



21 de outubro de 2011

As qualidades de um bom líder

Valorizar o potencial dos integrantes da equipe e trabalhar em seu desenvolvimento é essencial para o bom rendimento das atividades.

Extrair bons resultados de uma equipe e fazê-la chegar coletivamente ao objetivo desejado requer habilidades indispensáveis. Por isso, a percepção do ambiente, do grupo e uma comunicação eficiente são requisitos essenciais na conduta de um bom gestor. A boa comunicação começa no saber escutar. Ouvir pessoas repercute na capacidade de gerar confiança e vínculo no processo de interação. No entanto, a boa comunicação só é possível quando o líder conquista a confiança e admiração de seus colaboradores e, como resultado disso, a facilidade em influenciar pessoas, no bom sentido da palavra. 

A afeição é fundamental ao desenvolvimento da boa relação entre a equipe e, na liderança, tal conceito se expressa pelo respeito, consideração e interesse no bem estar do outro, tal como defendido pelo autor do livro ‘O Monge e o Executivo’, James Hunter. De acordo com ele, a afeição está baseada em oito comportamentos: paciência, gentileza, humildade, respeito, altruísmo, perdão, honestidade e compromisso. O líder que desenvolver a capacidade de agir desta forma obterá o sucesso, diz Hunter, e lembra ainda que a maneira como se trata uma pessoa é mais importante que os sentimentos que se tem por ela.  

Além disso, outras características primordiais de um bom líder são: capacidade de foco no resultado, competitividade e assertividade, evidencia o presidente da Associação Brasileira de Coaching, Villela da Matta. Para ele, há quatro tipos distintos de líderes: estrategistas, visionários, comandantes e executores e, apesar das diferenças entre cada tipo, o mais importante é motivar sempre, pois isso faz com que o liderado tenha prazer em executar a tarefa, certo de que o líder servirá a sua equipe naquilo que ela precisa para se aperfeiçoar. 

Ampliar competências e liderar com êxito é perceber quais as lacunas técnicas e comportamentais da equipe, serví-los de treinamentos, feedbacks e demais informações para que se desenvolvam sempre e atendam às expectativas da organização de forma satisfatória a ambos os lados. 

Fonte: HSM

14 de outubro de 2011

O homem das 313 patentes

Estão atribuídas ao cofundador da Apple mudanças em, pelo menos, seis indústrias. Entre elas, computadores, pessoas, música e telefonia. 

Ainda é grande na mídia norte americana a repercussão sobre a morte de um dos principais nomes da tecnologia na atualidade. Repórteres do mundo inteiro estiveram posicionados em pontos estratégicos como Wall Street, Cupertino (onde se encontra a sede da Apple), Washington e Nova York para relatarem como o mercado reagiu a este fato. Nos jornais e revistas, matérias especiais são encontradas e chama a atenção, em meio a tantas informações, o fato de Steve Jobs ter tido 313 patentes registradas.

O executivo da Apple foi responsável pela revolução da indústria do telefone ao apresentar para ao mundo um aparelho touch screen que, com apenas um botão, promoveu grandes mudanças nos segmentos de publicações digitais, computação pessoal, música, cinema (com a Pixar) e, mais recentemente, com os tablets – algo que outras empresas tentaram realizar no passado, mas sem sucesso. 

A popularização da interface gráfica de usuários – cuja criação é atribuída a pesquisadores da Xerox – com o Macintosh. Jobs apresentou ao mercado a primeira máquina pensada em formato e funcionalidade, quando todos os computadores seguiam outras linhas.  Promovendo design e facilidade de uso, o iMac trazia tudo embutido naquilo que hoje conhecemos por all-in-one. 

O surgimento do touch screen também está muito relacionado ao executivo, que patenteou o produto muito antes de algo parecido surgir no mercado. Hoje, em qualquer evento corporativo, é fácil encontrar em todo o C-level com tablets e smartphones idealizados por ele para acompanhar resultados e gerenciar informações.

Talvez pela capacidade de pensar além, sua morte tenha causado tanto alvoroço no mercado e provocado reações de tantas pessoas. O presidente dos Estados Unidos agradeceu Jobs por criar e liderar uma das empresas de maior sucesso no mundo. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, Bill Gates, seu eterno rival e cofundador da Microsoft, Larry Page, do Goggle, entre tantos outros ampliam a lista dos que enviaram suas condolências à morte de Jobs, exaltando sua mente criativa e a competência de adaptar suas inovações.

Steve Jobs, o homem das 313 patentes deixa, além de seu legado, o pensamento voltado ao design e funcionalidades e a lição de que ser inovador não está ligado apenas a ser inventivo ou ter grandes descobertas, mas sim em como você aplica as ideias. Ele pode não ter inventado a interface gráfica de usuários, mas soube como tornar a tecnologia acessível. 

4 de outubro de 2011

Por que investir em infraestrutura de TI?

Agregar novas tecnologias e avaliar se a infraestrutura da empresa está de acordo com as necessidades de produção são assuntos que devem estar na pauta da organização, discutidos entre administração, gestão de TI e colaboradores. 


O investimento em infraestrutura e o papel da tecnologia da informação são vitais para as empresas que buscam o melhor desempenho de suas atividades. Aumento da produtividade, otimização de processos e redução de custos operacionais são alguns resultados mensuráveis e responsáveis pelo sucesso dos negócios. 

As ferramentas e tecnologias utilizadas para reunir e compartilhar dados estratégicos estão viabilizando cada vez mais a rápida expansão das transações comerciais. Mas, sempre há dúvidas sobre qual investimento priorizar: telefonia, internet, upgrade nos servidores, melhores roteadores, computadores, switches etc. 

No entanto, o que diferencia uma organização eficiente de uma não eficiente neste contexto, é a forma como é conduzida a gestão da infraestrutura de todo um conjunto. Cabe ao diretor de TI saber criar valor a partir da integração dessas tecnologias e fazer com que o investimento represente o aumento de produtividade desejado, evitando assim que a percepção sobre os recursos aplicados não tenham sido compensados. 

O que algumas empresas esquecem de que é, antes de tudo, deve-se aproveitar e valorizar as instalações existentes. Como ponto de partida, é preciso levar em consideração alguns passos importantes: 

1. Manter o inventário do ambiente de TI sempre atualizado;

2. Investir na atualização dos equipamentos com as ultimas versões de softwares disponibilizadas pelos fabricantes;

3. Identificar vulnerabilidades que possam afetar o desempenho do negócio, tomando as decisões corretivas e preventivas para evitar problemas futuros;

4. Investir em suporte técnico capaz de mapear, atualizar e identificar vulnerabilidades, reportando-as à empresa com precisão necessária. 

A boa gestão da infraestrutura de TI maximiza os investimentos e potencializa os ganhos de produtividade. Além disso, garantir um ambiente mapeado e sob controle pode oferecer ao gestor da área todos os dados necessários para defender um novo investimento, uma vez que a falta de recursos pode acarretar em um custo de produtividade muito maior do que o valor a investir.

Fonte: HSM Online

13 de setembro de 2011

Controle da Quantidade Excessiva de Dados

Para muitas empresas, gerenciar um grande volume de dados corporativos é um desafio interminável. Colocamos a seguir algumas estratégias concretas para assumir o controle nesta situação. 

O volume de informações digitais criadas e replicadas globalmente atingiu cerca de 800.000 petabytes em 2009 e crescerá cerca de 50%, até um número surpreendente de 1,2 milhões de petabytes (o que corresponde a 1,2 trilhões de gigabytes) em 2010, de acordo com a empresa global de análises IDC. Não só o armazenamento, indexação e arquivamento por conta do volume ficam cada vez mais difíceis, mas também, por conta do tipo de informações. Os dados corporativos consistem em materiais “não estruturados” ou baseados em arquivos como documentos, planilhas e imagens digitais, que é o tipo mais difícil de informação a ser localizada e armazenada. Para os gerentes de TI em empresas de médio e grande porte, qualquer organização pode controlar rigorosamente seus desafios de gerenciamento de dados, desde que saiba onde começar, como proceder e que tecnologia usar. 

Classificar e Consolidar

A etapa inicial, dizem os especialistas, é fazer um inventário e classificar os dados. Identificar diferentes tipos de informações armazenadas, qual o valor delas para a empresa, com que frequência são usadas e quanto tempo é possível ficar sem acessá-las. “Isso fornece as principais métricas para desenvolver uma arquitetura (de armazenamento de dados) subjacente”, diz Simon Johnson, diretor de serviços da GlassHouse Technologies Inc. A próxima etapa é desenvolver uma estratégia para consolidação de dados. Muitas empresas de médio porte usam um grande número de tecnologias isoladas de armazenamento que são difíceis de administrar, quando um armazenamento central é muito mais eficiente.

Três são as tecnologias que dominam o cenário de consolidação e armazenamento de dados atualmente: redes de área e armazenamento (SANs), armazenamento de conexão com a rede (NAS) e armazenamento de objetos. No passado, o SANs e a virtualização de armazenamento de dados eram as mais complexas e caras opções de consolidação, permanecendo fora de alcance para a maioria das empresas de médio porte, mas isso mudou graças ao surgimento de SANs baseadas na tecnologia de “interconexão” iSCSI. 

NAS e armazenamento de objetos são as tecnologias preferidas para a consolidação de dados não estruturados, onde o NAS tende a ser veloz, intuitivo e acessível. A escalabilidade, no entanto, pode ser um problema, pois a sobrecarga de dados poderá afetar o desempenho. Além disso, produtos NAS geralmente oferecem pouca ajuda em relação às dificuldades de indexação e à localização de informações baseadas em arquivos. 

Dispositivos de armazenamento de objetos ajudam em ambos os problemas, pois organizam as informações em unidades separadas, contendo dados (um arquivo) e metadados (informações sobre o arquivo, como quem o criou e seu assunto). Os administradores podem coletar quantos metadados desejarem e personalizar quais categorias controlam. Dessa forma, é possível configurar o ambiente de armazenamento de dados para impor automaticamente políticas de gerenciamento. 

Backup

O armazenamento é apenas uma parte da equação de gerenciamento de dados e proteger as informações contra perdas devido a erros humanos ou falhas de hardware é essencial. Felizmente soluções de backup eficientes nunca estiveram tão amplamente disponíveis. As empresas podem implantar diversos aplicativos automatizados a fim de copiar dados para uma grande variedade de sistemas de armazenamento, baseados em fitas e de disco para disco (D2D). Sistemas baseados em fitas geralmente são mais baratos do que discos, porém, mais lentos. Soluções D2D são rápidas e confiáveis, mas menos portáteis do que fitas, tornando-se assim mais fáceis de usar como repositório de backup fora do local. 

Tecnologias de exclusão de dados duplicados podem simplificar ainda mais o processo de backup. A maioria dos ambientes de armazenamento contém várias instâncias de dados e os sistemas de exclusão eliminam possíveis duplicidades, gerando assim uma economia significativa na capacidade de armazenamento. Grande parte destas tecnologias estão pautadas em duas categorias: origem (excluem duplicações antecipadamente) e destino (excluem duplicações após terem sido copiadas em toda a rede). 

Por outro lado, ainda é possível abrir mão de soluções de armazenamento no local e adotar os serviços de backup em nuvens, mas neste caso, é preciso certificar-se de que o fornecedor use as mais recentes técnicas de criptografia e esteja certificado sob padrões de segurança, como SAS 70 e ISO 9000. 

Fonte: Revista Catalyst – Jan./2011




30 de agosto de 2011

Como tornar o BI mais ÁGIL


O NEOInfo já abordou o tema BI com o post sobre o valor deste na tomada de decisões (clique aqui para acessar). Hoje ressaltamos a importância da adaptação e dinâmica na aplicação do Business Intelligence.

 Quando se trata de BI, a perfeição é uma questão de contexto, ou seja, o que é definido como ideal durante o processo de requerimento pode se tornar obsoleto ao final do mesmo. As empresas necessitam de agilidade para obter sucesso, bem como o processo de entrega e análises de BI também precisa de flexibilidade.

As equipes de TI têm investido muitos recursos (tempo, dinheiro, etc) para chegar a um BI perfeito. De modo geral, todas as etapas são realizadas até que seja lançado o produto para o usuário final, porém, infelizmente, a jornada para alcançar a perfeição resulta apenas em uma idealização.

A fim de aprofundar cada vez mais o tema e deixar evidente a contribuição do BI em um ambiente corporativo mais ágil, destacamos cinco elementos essenciais:

1. Desenvolvimento: neste caso, o fator fundamental é a necessidade de um processo ágil que reduza ciclos e acelere o tempo de distribuição dos pedidos de BI. Em um nível mais avançado são aplicados ao problema processos de desenvolvimento como, por exemplo, o Scrum e Extreme Programming. Uma metodologia ágil pode melhorar fundamentalmente a maneira como os usuários recebem o valor dos serviços de BI.

2. Gerenciamento: um gerenciamento ágil determina ótimos benefícios tanto à área de TI, quanto ao negócio como um todo. Os requerimentos são precisos e claros e o risco de resultados falhos é reduzido, já que cada ciclo entrega novos conjuntos de funcionalidades e a qualidade se torna parte do desenvolvimento, uma vez que os bugs são encontrados e adequados cedo. 

3. Infraestrutura: basicamente, no padrão de BI a informação vai das fontes de dados para o armazenamento operacional, e é fornecido aos usuários como relatórios em uma interface. Para otimizar essa arquitetura, não há muito o que fazer quanto às fontes de dados, uma vez que a empresa solicitante pode não ser a responsável por todas elas, mas, por outro lado, há muito o que fazer para otimizar a integração destes. Tal procedimento que pode ser realizado de forma virtual, por exemplo, e permite que o usuário visualize dados no início do ciclo de desenvolvimento, o que ajuda a refinar os requerimentos. Essa arquitetura sustenta, também, BI em tempo quase real com mais facilidade do que o modelo ETL padrão.

4. A Nuvem: empresas com sistemas internos problemáticos podem usar a nuvem para evitar upgrade de hardware e software, ou se beneficiar delas quando fontes alimentam mudanças em armazenamento de dados. Digamos, um sistema legado é substituído por um sistema comercial, pronto para o uso – todo o mapeamento fundamental e infraestrutura de BI precisam ser refeitos. Quando um sistema ERP é adotado para eliminar uma grande quantidade de aplicativos, talvez existam módulos de BI associados ao pacote de ferramentas que possam ser implantados na nuvem. 

5. A TI e o BI: a agilidade é orientada pela necessidade de servir usuários finais, na capacidade de ser sempre relevante e capaz de responder às solicitações. Para alcançar eficiência máxima, o departamento de TI precisa interagir com o negócio e se inteirar de seus problemas. Uma equipe de BI com alta circulação entre projetos terá mais dificuldade em aproveitar as lições aprendidas.

Por fim, é preciso ter cuidado com a burocracia, que geralmente é imposta por processos viciados e pouco produtivos. Executivos e profissionais de TI devem se comprometer completamente com o desenvolvimento ágil. Só assim a necessidade por velocidade pode ser refletida na infraestrutura de BI.


22 de agosto de 2011

Employer Branding

Para que uma empresa seja considerada ‘competitiva’, não basta que ela tenha os melhores produtos, é preciso também que ela ofereça as melhores vagas


As ações de Marketing das organizações atuais tem se focado bastante na satisfação da equipe de trabalho para atrair novos talentos à empresa. Este conceito que começa a surgir no Brasil, chamado de Employer Branding, já é bem difundido na Europa, EUA e pode ser definido como a imagem da organização, tida por seus os colaboradores e stakeholders (candidatos ativos e passivos, clientes e outras partes interessadas no mercado de trabalho), ‘como um ótimo lugar para se trabalhar’. 

Embora o objetivo seja atrair talentos e aumentar a satisfação dos colaboradores, o Employer Branding também afeta diretamente o Marketing das empresas perante os clientes. Demonstrar preocupação com a equipe faz com que a organização ganhe valor, além de poder contar com funcionários satisfeitos que rendem mais em menos tempo, aumentando a produtividade, qualidade dos serviços e valor da marca. 

Mesmo sendo amplamente adotado no exterior, o tema Employer Branding ainda é novo no Brasil. Na visão do professor, consultor e coach André Dametto, “é necessário considerar o talento como um dos principais, senão o principal ativo organizacional. Todo o ciclo de vida destes deve ser mapeado, desde o momento em que são atraídos a trabalhar na organização, passando pelas fases de aplicação no cargo, desenvolvimento constante, recompensa, avaliação de desempenho e desligamento. O Employer Branding garante que a marca seja respeitada em todos os momentos em que o talento lida com o emprego”, afirma Dametto.  

O conceito tem origem na escola do Marketing, cujo objetivo é a busca da satisfação e encantamento dos clientes. “Pense em alguma marca que você estima. Imagine agora criarmos esta mesma sensação em relação ao trabalho/emprego oferecido por uma organização. E se as pessoas desejassem se engajar ao propósito do seu negócio? Este é o maior objetivo do conceito: potencializar o engajamento dos atuais e também dos potenciais empregados da organização”, destaca.

Entre os passos importantes para implementar o conceito está a definição do Employment Value Proposition (EVP), ou seja, uma proposta de valor com os atributos que diferenciam o emprego na organização de outras oportunidades de trabalho no mercado nacional, e até mesmo global. “Finalmente, devem ser monitoradas métricas que comprovem que a estratégia definida foi bem-sucedida”, explica Dametto.

Quanto aos ganhos quantitativos, há melhorias significativas como a redução de custo de contratação, aumento nos níveis de engajamento e satisfação dos colaboradores, diminuição do tempo para o preenchimento de vagas, satisfação de candidatos etc. Quanto aos ganhos quantitativos, estão a reputação organizacional e satisfação dos clientes externos. 

Até momento no Brasil, não há casos reconhecidos de sucesso na implantação do Employer Branding, porém, algumas empresas certamente partirão à frente nesta estratégia para criar formas efetivas de atrair e reter talentos, comprovando sua participação no ambiente contemporâneo dos negócios. 

Fonte: HSM Management



18 de agosto de 2011

O CMMI e sua implementação na Neoway


Qualidade de software é a totalidade das características (funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade) de um produto que lhe confere a capacidade de satisfazer às necessidades explícitas e implícitas do cliente. 

O CMMI (Capability Maturity Model Integration) é um modelo de referência que provê orientações para o desenvolvimento de processos de softwares e consiste na melhoria das práticas que envolvem a execução de atividades, desde o desenvolvimento até a manutenção do produto, atingindo assim todo o ciclo de vida de um projeto. 

O modelo do CMMI foi criado para ajudar e orientar as empresas na busca pela melhoria de seus processos. Com escala de níveis de maturidade, fornece às organizações um caminho comprovado para melhoria.  Os níveis de maturidade correspondem à capacidade da empresa em realizar processos grandes e complexos. Eles são qualificados da seguinte forma:

- Nível 1 - Inicial: a empresa possui processos ad hoc e caóticos. Neste ponto ela ainda não possui nenhuma das áreas de processo implementadas;
- Nível 2 - Gerenciado: a empresa possui processos gerenciados e caracterizados por projetos, mas muitas vezes ainda trabalha de forma reativa;
- Nível 3 - Definido: a empresa possui processos definidos e caracterizados para a organização. Normalmente a empresa trabalha de forma ativa;
- Nível 4 - Gerenciado Quantitativamente: a empresa mede e controla os seus processos;
- Nível 5 - Em Otimização: a empresa tem o foco em descobrir a causa de seus problemas e melhorar continuamente os seus processos.

A qualificação CMMI certifica a maturidade de unidades organizacionais específicas de uma empresa, o que significa que ela implementa todas as áreas de processo do respectivo nível. Além disso, a adoção do modelo e análise formal por um avaliador certificado pela CEI (Certified Lead Appraiser) fornece uma nota que permite a comparação entre empresas, portanto, ter a certificação CMMI passou a ser um referencial mundial na escolha do fornecedor. 

Para entendermos e acompanharmos a implantação e avaliação do CMMI na Neoway, Mariana Medeiros de Paula, nossa Gerente de Qualidade, responde algumas questões: 

Qual a importância e os benefícios do CMMI para a Neoway?

O CMMI tem por objetivo trazer para nossa organização um método definido de desenvolvimento de software para que os projetos Neoway sigam um processo gerenciado e o conhecimento de todos fique retido na organização e não no funcionário. Acredito que o maior benefício que o CMMI-DEV trará para a Neoway é o controle dos projetos com relação a prazos (cronograma), custos, recursos (pessoas) e qualidade dos nossos produtos. Hoje possuímos um processo de desenvolvimento de software que mostra aos nossos parceiros e vendedores que somos uma organização preocupada com qualidade e, principalmente, preocupada com o nosso cliente e com o que ele espera do nosso produto. Os projetos gerenciados através de um processo definido geram um nível de documentação exemplar, fazendo com que seja criado histórico de tudo que é desenvolvido na organização e, o mais importante, para que possamos aprender com base na documentação gerada, de maneira a aproveitá-las em futuros projetos e produtos a serem desenvolvidos. 

Qual a maior dificuldade encontrada na implantação do modelo?

Uma das maiores dificuldades encontradas na definição de um processo de desenvolvimento de software é o tempo. Todos os nossos recursos tiveram que parar suas atividades diárias para modelar um processo que se adeque às necessidades reais da Neoway e também, enraizar esta metodologia no dia-a-dia para que ela faça parte da cultura da empresa. Nosso maior desafio no foi retirar a ideia de que um processo é “burocrático”, pois é necessário gerar muita documentação. Porém, hoje todos estão colhendo os benefícios de termos um processo definido que já opera na Versão 1.4, o que mostra que ele está sendo utilizado e, o melhor de tudo, melhorias estão sendo feitas para que cada vez mais ele se adeque à realidade da empresa.

Quando seremos avaliados dentro do modelo?

O CMMI conta com duas etapas de avaliação. Uma é chamada de SCAMPI B, que é uma pré-avaliação (não oficial) de como estamos hoje é o primeiro overview que o avaliador terá de nossa organização. Após o SCAMPI B, o avaliador envia um documento chamado “Redness Review”, que são todos os pontos fracos encontrados na Neoway. Nosso SCAMPI B está programado para acontecer no dia 29 de Agosto de 2011, e terá duração de uma semana. Após termos corrigido todos os pontos fracos encontrados pelo avaliador, será feita a avaliação oficial chamada SCAMPI A, no dia 28 de Novembro de 2011. A equipe que fará parte da avaliação é Jéssica Eichler, Francielly Feijó, Alessandra Zoucas (Incremental Tecnologia), eu, e nosso avaliador Antonio Braga. Para fazer parte da equipe de avaliação é necessário ter feito o Curso Oficial de Introdução ao CMMI que gera um certificado atestando que toda a equipe possui os conhecimentos necessários para fazer parte da avaliação. Este certificado é emitido pela SEI (Software Engineering Institute).

Temos capacidade para qualificação em qual nível?

Hoje estamos aplicando para a certificação Nível 2 (Gerenciado) e nossas expectativas são de obter a Certificação Nível 3 (Definido) no final do ano de 2013. Portanto, no início do mesmo ano estaremos iniciando um intenso trabalho de adequação para o Nível 3, aumentando nossa credibilidade perante os nossos clientes e principalmente, crescendo de forma estruturada.



8 de agosto de 2011

Construção Civil e Tecnologia da Informação



Apesar de ter uma representante entre os dez primeiros colocados da pesquisa 'As 100+ Inovadoras no Uso de TI', realizada pela Deloitte, o setor de construção civil é marcado pelo conservadorismo e tem uma das piores médias em processo de inovação. Mesmo com o ganho de força de negócios diante de projetos governamentais como o ‘Minha Casa, Minha Vida’ e obras de infraestrutura que se alastram pelo território nacional, mirando eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas que serão sediadas do Brasil, o segmento ainda mantém uma postura conservadora quando se discute aplicação de tecnologia.

Porém, ainda que diante deste diagnóstico, algumas companhias não deixam de investir em TI, seja para suportar alguma necessidade de mercado, atender à demanda de clientes ou mesmo prover infraestrutura para a abertura de novas unidades. Por exemplo, na Enasa (segunda colocada da pesquisa 100+, na categoria construção civil da Revista InformationWeek Brasil), até o ano passado não se falava em orçamento específico para a área de TI.

Segundo o CIO da companhia, havia apenas o levantamento dos projetos necessários para atingirem-se as metas de negócios, uma cotação e depois, um aval positivo ou negativo. Porém, o executivo afirma que já houve um avanço considerável e o investimento em tecnologia deve encerrar o ano em R$ 3,5 milhões, por conta de dois projetos vistos como mais significativos, que é o controle online efetivo de todas as obras para a administração e saber o quanto de ‘hora x homem’ é realmente gasto em cada uma delas. Hoje estes controles até existem, mas leva até duas semanas para consolidar os dados coletados em campo.

Há também na empresa uma força-tarefa em computação em nuvens, para revelar módulos do ERP Dynamics neste ambiente e, embora não haja um processo formal de inovação na companhia, eles trabalham com PMI, além de KPI níveis 1, 2 ou 3. "Temos processos e documentações internas, o surgimento de ideias é um misto. Temos o comitê de governança e gestão na TI, onde me reúno quinzenalmente com os coordenadores. A ideia de nuvem veio de um deles", afirma o CIO.

Embora ainda haja desafios na construção de processos de inovação e precisão nos orçamentos, o maior deles será cultural para que as mudanças e benefícios aconteçam de maneira ordenada e homogênea em todo o Brasil, de forma a garantir a satisfação dos executivos, diretores e clientes da construção civil.


1 de agosto de 2011

Segurança da Informação


Segurança da Informação é um tema que ganha cada vez mais espaço na agenda dos executivos de TI. Tal reação deve-se a fatores como: a crescente adoção da Web 2.0, o amadurecimento do crime digital organizado, a sofisticação da ação de hackers, a crise econômica e o aumento das exigências associadas à conformidade as normas e regulamentações. 

Outro ponto que demanda investimento em segurança é o acesso remoto às redes e dados corporativos. Segundo o IDC, mais de 75% da força de trabalho dos EUA se dão de forma remota e a estimativa é que, no Brasil, este índice também cresça proporcionalmente ao aumento do setor de serviços. 

Diante destes fatores, o investimento em segurança da informação passa a ser cada vez mais necessário e significativo para as organizações. No Brasil, segundo pesquisas realizadas pela Pricewaterhouse Coopers, a expectativa é que haja aumento substancial de investimentos com segurança da informação, podendo chegar a 10% do orçamento anual das corporações. 

Contudo, a prática efetiva de segurança da informação em qualquer organização exige mais do que investimento em tecnologia. É preciso que as empresas possuam uma gestão que consiga integrar ao ambiente de TI, regulamentações, inovações tecnológicas, processos e pessoas. A gestão da segurança corporativa deve ser ágil de forma a suportar e integrar toda e qualquer nova tecnologia em suas atividades.  

Porém, nem sempre as áreas de TI conseguem ter uma ação efetiva para atender as necessidades que compreendem os processos de segurança. É neste ponto que entram os parceiros estratégicos. Estes deverão oferecer suporte aos principais processos e definições do plano estratégico de segurança da informação, análise das demandas, gestão e suporte na elaboração de políticas e processos, seleção e implementação de tecnologias e soluções, bem como prestação de serviços gerenciados de TI, dos quais é possível destacar atividades preventivas de análise e correção de vulnerabilidades, atividades de monitoramento, gestão de logs e ações corretivas. 

Desta forma, dado o cenário de negócios que estamos vivenciando, apenas com uma gestão integrada e suporte adequado é que os responsáveis pela segurança da informação poderão diminuir as áreas frágeis de seu ambiente de TI e blindar seu negócio contra eventuais riscos. 

Fonte: BlogCorporativo 

25 de julho de 2011

Inteligência de Mercado – Uma Visão de FUTURO

Uma das principais funcionalidades que a internet trouxe aos seus usuários foi o acesso a uma quantidade de dados nunca antes pensada. No entanto, o desafio encontrado por muitos empresários não consiste no acúmulo de dados, mas sim, na dificuldade de convertê-los em informações relevantes que poderão servir como base para o desenvolvimento de uma estratégia empresarial à altura do mercado. Afinal, qual o propósito de se reter uma infinidade de dados se não puderem ser convertidos em informação estratégica?

Utilizar dos avanços tecnológicos pode impactar diretamente no sucesso das estratégias adotadas, evitando assim que a empresa fique vulnerável à concorrência. É justamente neste contexto que é abordada a questão de converter dados simples em informações estratégicas. Deste modo, a inteligência de mercado traça um panorama preciso e detalhado dos clientes, com o poder de analisar minuciosamente múltiplos canais ligados à estrutura da empresa, fornecendo elementos valiosos para compor uma estratégia adequada a cada um deles. 

A partir desta visão, a Neoway criou o SIM (Sistema de Inteligência de Mercado), que auxilia empresas a ampliar a percepção do seu negócio, evidenciando os relacionamentos entre as diferentes entidades compõem o mercado (clientes, concorrentes e fornecedores). Com essa análise mais precisa, torna-se possível gerar informações que auxiliam de forma eficaz a tomada de decisões e nas operações de negócios. O SIM permite que vendedores, gerentes e diretores visualizem periodicamente informações atualizadas sobre o seu mercado em atuação, evidenciando novas oportunidades de negócios e aumentando o sucesso das operações comerciais. 

Com o Sistema de Inteligência de Mercado, toda transação que envolve relacionamentos interempresariais (B2B) ou entre produtos adquiridos por cada cliente (B2C), são captadas e armazenadas de forma coerente para que seja possível direcionar as decisões tomadas pela diretoria da organização. Desta forma, pode-se ter acesso às informações condizentes às exigências atuais do mercado, tendo como foco o marketing por segmento que busca atingir as afinidades existentes em um grupo de consumidores. 

Aos poucos, analistas da área comercial notam que a comunicação baseada nas experiências individuais dos clientes é a ferramenta ideal para que se obtenha uma margem ainda maior de retorno sobre o investimento, reduzindo assim o desperdício em campanhas generalizadas. Com a Inteligência de Mercado é possível identificar necessidades e criar um cenário capaz de ampliar a percepção sobre um determinado segmento, analisar o ambiente externo e, consequentemente, identificar oportunidades, evitar ameaças e antecipar-se às novas tendências.

Consulte mais informações sobre esta e outras soluções desenvolvidas pela Neoway: www.neoway.com.br 


18 de julho de 2011

A importância do PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO


A evolução mercadológica das últimas décadas tem proporcionado situações em que, cada vez mais, empresas buscam definir objetivos e estratégias para alcançar os resultados esperados. Desta forma, faz-se necessário o desenvolvimento de um planejamento estratégico que envolva uma análise do passado e presente da organização, para que, com base nos sucessos e insucessos obtidos, seja possível traçar metas e objetivos possíveis de serem alcançados. 

De forma prática, o planejamento estratégico traz à empresa uma prospecção de futuro para que as oportunidades sejam aproveitadas de maneira simultânea às mudanças que ocorrem no mercado. Muito mais que uma projeção de ações no calendário, o planejamento estratégico vem da necessidade de analisar os negócios e orquestrar ações para o fortalecimento e crescimento da organização. 

Um conjunto de ações bem definido, bem elaborado e compartilhado com toda a organização, fortalece o posicionamento da empresa no mercado além de permitir melhorias efetivas. Estas ações irão nortear o ponto de vista administrativo, desenvolvendo atividades que levarão a organização ao cumprimento de suas metas e objetivos, com auxílio de ferramentas determinadas no processo de planejamento estratégico.

As principais fases do Planejamento Estratégico são:

Avaliação Estratégica: análise do ambiente interno (forças e fraquezas da empresa) e do ambiente externo (oportunidades e ameaças do mercado).

Definição das Prioridades: identificação e definição dos principais focos de necessidades e objetivos empresa, visando potencializar forças e minimizar ou eliminar fraquezas.

Programação das Ações: definir quem vai fazer, o que será feito, como será feito, quando será feito e quanto custará para ser realizado. 

Monitoramento: acompanhar todas as etapas para garantir que seguirão o planejamento previsto e atingir o sucesso almejado.

Com estas ações mínimas realizadas anualmente, a empresa terá condições e ferramentas suficientes para progredir durante o ano e contornar imprevistos que venham a surgir, considerando que terá realizado uma análise das possibilidades e oportunidades com antecedência. Desta forma, conseguirá prever custos, delegar tarefas, otimizar tempo e potencializar resultados. Basta apenas ter foco, objetividade e dedicação.



12 de julho de 2011

10 dicas sobre LIDERANÇA



Hoje em dia, ‘liderança’ é um tema comumente discutido nas organizações. Certamente o poder de mobilizar pessoas de maneira satisfatória - tanto para o colaborador quanto para a empresa - é um desafio que, se bem executado, poderá trazer resultados fantásticos. Pensando nisso, segue abaixo uma lista com 10 itens que devem ser considerados para tornar o processo de liderança mais eficaz:


1.  Automotivação: para motivar uma equipe, um líder precisa ter a capacidade de motivar a si próprio.


2. Metas e objetivos: devem ser precisos e constantemente informados à equipe. Comunicação frequente é fundamental e deve-se ter a certeza de que todos obtiveram o comum entendimento sobre as metas e objetivos a serem alcançados. 


3. Planejamento: definidos os objetivos, o líder deve elaborar planos para alcançá-los de forma que, em sua fase final, obtenha a participação de todos os envolvidos no processo, aumentando assim o comprometimento e probabilidade de sucesso no projeto.


4. Saber ouvir: ouvir a equipe, entender seu ponto de vista e buscá-los como fonte de soluções para problemas identificados na execução do projeto também aumenta consideravelmente as chances de bons resultados. Ouvir e fornecer feedbacks são habilidades essenciais de um bom líder. 


5. Equipe motivada: conheça sua equipe, saiba o que motiva cada um dos seus integrantes e ofereça-lhes desafios apropriados. Uma equipe motivada favorece resultados melhores. 


6. Desafios são importantes: eles são um dos principais ingredientes da evolução de uma equipe. Proponha obstáculos tangíveis e nunca subestime a capacidade de resolução de seus colaboradores. 


7. Pensamento positivo: este é um comportamento respeitado entre os colaboradores e ajuda na motivação e entusiasmo da equipe. 


8. Recompense e encoraje bons resultados: o reconhecimento é uma excelente ferramenta de apoio à motivação e não deve ser realizado apenas de forma financeira. Um elogio ou reconhecimento no momento certo também tem muito valor. 


9. Empatia é essencial: todo líder deve compreender e tentar colocar-se no lugar de seus colaboradores. Desta forma é possível prover insumos para apoio na motivação, liderança, e aprimorar a confiança da equipe. 


10. Assuma a culpa: o líder deve assumir a responsabilidade, não só pelos sucessos, mas também pelos fracassos da equipe. Desta forma, além de conquistar a confiança de seus colaboradores será possível identificar o porquê da falha e trabalhar para que não aconteça novamente.



1 de julho de 2011

QUALIDADE DE SOFTWARE - Uma Visão Geral



O desenvolvimento de projetos de software é uma tarefa árdua que pode gerar prejuízos drásticos em um curto espaço de tempo, caso não seja bem executada. Uma das soluções adotadas por empresas de tecnologia é a criação de uma ‘área de qualidade’ composta por Teste e PPQA (Process and Product Quality Assurance). Esta área avalia a qualidade e, por isso, é uma das mais críticas quanto à análise do sistema e os erros encontrados na aplicação. No geral, os profissionais que atuam nela são considerados exigentes demais, por terem como responsabilidade apontar os erros do projeto elaborado.

Mesmo as melhores práticas de desenvolvimento de código fonte, metodologia de controle de processos entre outras tantas opções, não garantem que tudo irá ocorrer conforme o planejado. Durante as etapas em que os membros da equipe de qualidade são envolvidos, é extremamente importante que todos conheçam as regras de negócios do projeto e a solução que está sendo elaborada para que seja possível verificar se a mesma é condizente com a realidade do cliente. Desta forma, a integração da área de Testes, que avalia especificamente o produto gerado, e do PPQA, voltado ao acompanhamento dos quesitos que envolvem os processos, faz-se essencial para que a ‘área de qualidade’ obtenha êxito no acompanhamento e forneça resultados satisfatórios.

Para facilitar o entendimento da diferença de atuação entre estas duas áreas, usamos como exemplo uma simples receita culinária, onde os ingredientes devem ser misturados de acordo com um modo de preparo pré-estabelecido. Dentro deste contexto, vejamos o que cada uma das áreas irá conferir:

PPQA
1. Todos os ingredientes foram inclusos?
2. Os procedimentos foram seguidos de acordo com o indicado?
3. O tempo de preparo foi condizente com o estipulado?

Testes
1. O resultado possui o sabor sugerido pela receita?
2. O preparo foi realizado com os utensílios indicados?
3. O aspecto final proposto final foi obtido?

De maneira geral, o PPQA avalia se o processo está sendo seguido corretamente e a área de Testes analisa se todos os requisitos foram atendidos, de modo que o produto final atenda as solicitações e expectativas do cliente. As duas áreas trabalham conjuntamente e são extremamente importantes para que a estrutura do projeto seja mantida ‘dentro dos trilhos’. Se todas as etapas forem seguidas adequadamente, haverá o maior controle das atividades e, principalmente, mais a qualidade e assertividade no produto oferecido ao mercado.


7 de junho de 2011

Gestão por Competências: Alocação ideal é garantia de satisfação no ambiente de trabalho


Um dos grandes problemas do Brasil no século 21 é algo que grande parte dos brasileiros nunca imaginou: falta de mão de obra qualificada. Uma prova deste cenário foi o Jornal Folha de São Paulo publicar, no dia 06/04/2011, que este fato assombra 69% das empresas do país. Como conseqüência, as organizações, alem de promoverem capacitações, passaram a explorar as diversas habilidades dos funcionários que fazem parte de seus quadros, ou seja, começaram a buscar talentos que já integravam a estrutura, mas ainda não haviam sido descobertos.

Este conjunto de iniciativas é conhecido no mercado como Gestão por Competências, um programa sistematizado e desenvolvido para definir perfis profissionais, que proporcionem maior produtividade e adequação ao negócio. Através deste programa é possível identificar os pontos de excelência e os pontos de carência, suprindo lacunas e agregando conhecimento, tendo por base critérios objetivamente mensuráveis, em uma gestão pautada em três pilares conceituais básicos, o CHA (Conhecimento, Habilidades Técnicas e Atitudes).

Para que as corporações consigam organizar tais iniciativas de forma justa, tornou-se imprescindível contar com softwares que viabilizem,monitorem e controlem todo o processo de gestão de performance e desenvolvimento. É necessário também que o sistema permita diversas formas de avaliações ou pesquisas de desempenho, mapeando os colaboradores para receberem direcionamento e, assim, evoluírem com planos de desenvolvimento coletivo-individuais, com capacitações direcionadas e o fortalecimento de suas competências, administrando seu pessoal de maneira correta e eficiente.

Por isso, a Gestão por Competências é um conceito essencial a qualquer empresa que almeje crescimento, ascensão e, principalmente, pessoas satisfeitas com seus ambientes de trabalho produzindo com qualidade e agilidade.
(Fonte: Folha de São Paulo)

Vídeos Explicativos

Abaixo temos 4 vídeos de uma palestra em Moçambique sobre Gestão por Competências.



3 de junho de 2011

Marketing digital no B2B


Existem grandes diferenças no marketing de mídias sociais B2C para o B2B. As empresas são diferentes dos consumidores na hora das compras. A grande diferença entre o Marketing B2B e B2C é que o B2B é movido pelo retorno financeiro e o B2C é movido pela emoção do consumidor, ou seja, o impulso pela compra. Veja o infográfico abaixo.


Em campanhas de marketing digital no mercado B2B, temos que obter informações sobre como funciona o mercado em questão. Oferecer conteúdo técnico de seus produtos e serviços no seu site é obrigatório, pois estas informações trazem mais segurança para uma consulta que precisa de informações mais detalhadas do seu produto.

As estratégias B2C são mais assertivas, pois conhecemos o público-alvo e conversamos diretamente com o Decision Maker. Já em campanhas B2B, quem decide tem uma visão diferente no quesito estratégico, onde cabe ao marketing os critérios na hora de criar campanhas online.

Nas campanhas online para B2B, devemos sempre conhecer o ciclo de venda  da empresa e entender que a campanha muitas vezes vai gerar um cadastro e, a partir deste momento, temos que acompanhar a evolução da venda através de sistemas internos. Esta informação gerada pelo sistema interno é muito importante para se calcular o retorno sobre o investimento que a empresa obteve.

Para demonstrar como ocorre esse processo, abaixo temos um vídeo que apresenta uma animação bastante interessante sobre o assunto, falando como a web vem transformando as relações comerciais entre empresas.


30 de maio de 2011

Baixo risco é principal atrativo de investir no Brasil


 

O fundo brasileiro Orbe Investimentos buscou atrair investidores americanos em uma conferência em Nova York, onde se destacou que um dos maiores atrativos do Brasil é a ausência de riscos existentes em outros países emergentes.

Dedicado ao investimento em títulos a longo prazo, o Orbe Investimentos reuniu em Nova York vários diretores de empresas brasileiras na conferência "Oportunidades de Investimento no Brasil", entre eles o executivo-chefe da Luz Engenharia Financeira, Edivar Vilela de Queiroz Filho, e o executivo-chefe do Banco Indusval & Partners, Luiz Masagão Ribeiro.

Nesta conferencia foi explicado que este é um bom momento para encontrar empresas no Brasil que podem gerar grandes lucros com baixo risco, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos ou na Europa, que ainda estão saindo da recessão econômica.

Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil triplicaram no primeiro trimestre deste ano, atingindo US$ 17,473 bilhões, comparado com os US$ 5,512 bilhões do mesmo período de 2010. Ao todo, 85 pessoas se reuniram na segunda edição desta conferência, onde foi afirmado que continuarão realizando este tipo de evento para atrair investidores nos próximos anos, embora ainda não tenha intenção de expandir esta iniciativa a outros países.

(Fonte: Orbe Investimentos)

25 de maio de 2011

A Nova Fronteira na Era Digital






A computação nas nuvens, em inglês chamada de “cloud computing”, é uma tendência na internet do futuro. Acredita-se que daqui algum tempo ninguém mais precisará instalar nenhum software em seu computador para desempenhar qualquer tipo de tarefa, desde edição de imagens e vídeos até a utilização de programas de escritório (Office), pois tudo isso será acessível através da internet.

Empresas como Google, IBM e Microsoft foram as primeiras a iniciar uma grande ofensiva nessa "nuvem de informação" (information cloud), que especialistas consideram uma "nova fronteira da era digital". Aos poucos, essa tecnologia vai deixando de ser utilizada apenas em laboratórios para ingressar nas empresas e, em breve, em computadores domésticos.

Tipologia de Nuvem

Atualmente, a Cloud Computing é dividida em cinco tipos:

IaaS - Infrastructure as a Service: quando se utiliza uma porcentagem de um servidor, geralmente com configuração que se adéqüe à sua necessidade.
PaaS - Plataform as a Service: utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados, um web-service, etc. (p.ex.: Windows Azure).
DaaS - Development as a Service: as ferramentas de desenvolvimento tomam forma no cloud computing como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento web-based e serviços baseados em mashup.
SaaS - Software as a Service: uso de um software em regime de utilização web (p.ex.: Google Docs, Microsoft Sharepoint Online).
CaaS - Communication as a Service: uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante.

Modelo de Implantação da Nuvem

Na hora de implementar a computação na nuvem, dependemos das necessidades das aplicações que serão implementadas. A restrição ou abertura de acesso depende do processo de negócios, do tipo de informação e do nível de visão desejado. Percebemos que certas organizações não desejam que todos os usuários possam acessar e utilizar determinados recursos no seu ambiente de computação em nuvem. Existem 4 divisões da nuvem: Privado, Público, Comunidade e Híbrido.Estas informações estão disponíveis no link  no final do post.

Vantagens da Nuvem

A maior vantagem da computação em nuvem é a possibilidade de utilizar softwares sem que estes estejam instalados no computador.

De uma maneira geral, serviço de plataforma é uma evolução da terceirização na área de TI. A maioria das empresas não tem como atividade principal a gestão de TI, de forma que se mostra coerente à contratação de uma plataforma externa robusta para apoiar processos como gestão empresarial, pagamentos e recebimentos, banco de dados, desenvolvimento de produtos, apoio aos serviços (BI, processamento de dados) e etc. Nesse caso, TI passa a ser efetivamente uma ferramenta de suporte ao negócio, ou seja, o foco do cliente é a informação e não a forma como ela é mantida e processada.

Mesmo para as organizações de TI, há vantagens. “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas, e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina.
(Fonte: HSM Management, Computer World, fabriciorhs.wordpress.com¹)